A Santa Poesia da Mulher Amada

A mulher amada é uma fadinha boa. A mulher amada é uma pombinha. A mulher amada é o próprio céu bordado de anjinhos e anjinhas e purezinhas e belezinhas.A mulher amada não tem nada feio. A mulher amada não faz nada feio. E o peito da mulher amada é seio.

Por Marcelo Mário Mello // quinta-feira, 4 de março de 2010


Dans la prairie (1840-1926), pintura de Claude Monet

A mulher amada
é uma fadinha boa.
A mulher amada
é uma pombinha.
A mulher amada
é o próprio céu
bordado de anjinhos
e anjinhas
e purezinhas
e belezinhas.A mulher amada
não tem nada feio.
A mulher amada
não faz nada feio.
E o peito
da mulher amada
é seio.

A mulher amada
minha namorada
não peida
não caga
e não dá mijada.
A mulher amada
quando mija
é só refresquinho
de graviola.

Ó mulher amada
flor da minha vida:
tu és uma santa
cagada e cuspida!



1 comentário em “A Santa Poesia da Mulher Amada”

  1. Camila sábado, 13 de março de 2010 // 12:11

    Marcelo, adoro essas linhas e entrelinhas!
    =]

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