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»Joanna Maranhão: mártir ou vilã?
Navegando em uma página de redes sociais, postei um comentário sobre a nadadora pernambucana
Joanna Maranhão, que, na ocasião, estava em Brasília acompanhando a CPI da Pedofilia. E o primeiro retorno após o meu comentário, de um colega de trabalho, radialista, afirmou publicamente que a presença dela na CPI era mais um ato de quem queria aparecer e voltar para a mídia.
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»Mulheres que desafiam os limites do corpo
Superação física feminina no Ecomotion Pro, a argetina Soledad Maria provou honrar a profissão na Serra do Espinhaço, em Minas Gerais, apesar do seu grupo não ficar em 1º lugar. 40 equipes, 120 homens e 40 mulheres – uma delas foi a primeira a cruzar a linha.
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»A desgraçada da pomadinha
Repentinamente amanheci com a mão inchada. Nem conseguia mover os dedos. Corri na emergência do hospital e o médico falou que eu tinha uma tendinite aguda devido a uma lesão por esforço repetitivo, conhecida como LER. Como assim? Mas pelamordedeus, esse definitivamente é um mal que eu não posso sofrer. Afinal, minhas mãos são o meu instrumento de trabalho.
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»O tiro saiu pela culatra
Tem uma coisa que eu tenho repetido compulsivamente desde que casei e tive filho. Malditas as infelizes que inventaram de largar a paz de suas casas em 1968 para queimar sutiã em frente ao Senado, em Washington, nos Estados Unidos. A proposta, inicialmente, até que era boa. Igualdade de gênero, direito a voto. Direitos e deveres iguais. O problema é que parte do tiro sobrou. E pior. Atingiu bem as nossas ventas. As mulheres contemporâneas bem sabem a que me refiro.
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»Aposentando as nadadeiras
Manuella Bezerra num dilema trabalhista, aposentadoria segura ou a vida excitante de um esportista?
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»Movimento
Depois de alguns anos socada dentro de uma redação de jornal mergulhada no universo dos acontecimentos do esporte, eis que eu levantei um dado importante: jornalistas esportivos, quase em sua totalidade, são extremamente sedentários. Além de não ter hábito de praticar nenhuma atividade física, mesmo que de maneira recreativa, ainda tem costume de fumar e ingerem bebidas alcoólicas excessivamente.
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»Jó entrou em férias. Sem prazo para retorno.
Pode ir se acostumando. Caso você aí do outro lado tenha a pretensão de tornar-se um assíduo leitor desta humilde coluna, é bom saber que uma vez por mês ela vai estar nervosa. Isso significa que aquela paciência de Jó do texto anterior desapareceu – principalmente no que diz respeito a achar graça nas piadas sexuais dos meus amados colegas de trabalho -, e mais ainda no que diz respeito a todo o resto também. Jornalismo esportivo para mulheres é matar um leão por dia em cada piada mal contada por um colega nas pautas diversas. Jornalismo esportivo para mulheres em semana de TPM, então, é a visão do inferno.









