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»Do amor e seu calendário.
O poeta me sussurrou ao pé do ouvido: “não seja imortal posto que é chama, mas seja infinito enquanto dure”, eu acreditei. Que quando uma história começa, é como um conto que escolhemos escrever, mesmo sabendo que não nos cabe escolher o final
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»O que é o que é?
Marcelo Mário Melo, assessor de imprensa da Fundaj, releva o seu deslumbre pela mulher na poesia “O que é o que é?”.
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»Plena nudez
Poesia parnasiana de Raimundo Correia
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»Profissão: Mulher
Poesia feminina, com Ana C. Pozza
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»O “adeus” de Teresa, de Castro Alves
Em O “adeus” de Teresa, Castro Alves renega o amor clássico
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»Nem algozes nem vítimas
Marcelo Mário de Melo, Assessor de Comunicação da Fundaj, jornalista e poeta, inaugura sua coluna na Revista Zena com muito humor e textos mulherísticos. “É preciso não explorar as mulheres.Os homens podem dividir com elas/ a cama o trabalho o poder /os afazeres de cozinha e criança. Ninguém é dono nem chefe de ninguém”. Confira a poesia na íntegra.
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»Voz
Neste quadro, o poeta Eriberto Henrique da Silva fala sobre o que as pessoas não querem ver. “Negro de família humilde, e criado nas ladeiras do curado IV, Eriberto sofreu com os preconceitos e as injustiças que um suburbano tende a sofrer, mas com suas palavras aprendeu a lutar contra as mazelas. Fazendo crescer o orgulho de ser negro, poeta e suburbano”.









