• Saias-Sóis
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    SAIAS-SÓIS

    Por Marcelo
    13/06/2011

    Poesia de Marcelo Mário de Melo, com mote de de Fabiana Freire Pepeu.

  • O RIO E O MAR Por Marcelo Mário Mello
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    O RIO E O MAR

    Por Marcelo
    09/03/2011

    Sei que sou o mar/ e que sempre/ chegarão ao meu leito/as tuas águas/ Mesmo que se afastem de mim/ os teus pés/ arrastados pelos tufões/ ou retidos pelas calmarias (…)

  • O cu de Vênus (Foto: Revista Zena)
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    O sexo anal no meio das mulheres

    Por Marcelo
    12/11/2010

    Marcelo “incorpora” um sexólogo em prosa divertida e polêmica sobre o Sexo Anal. Os conservadores dirão ser amoral. Os que o conhecem- greve de fome no AI-5, livros publicados, pai de família, homem sério e lascivo, gritarão: “Bravo!”


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    O que é o que é?

    Por Marcelo
    05/05/2010

    Marcelo Mário Melo, assessor de imprensa da Fundaj, releva o seu deslumbre pela mulher na poesia “O que é o que é?”.


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    Press Blues

    Por Marcelo
    08/04/2010

    Marcelo Mário Mello, Assessor de Comunicação Social da Fundação Joaquim Nabuco, defende uma militância com poesia, prazer, amizade e humor. E uma esquerda com raízes, caules, folhas, flores e frutos. É e vê a poesia como uma espiral-arco-íris de portas abertas andantes, envolvendo os mergulhos introspectivos, a vida social e as viagens cósmicas. Entende que a função do militante político, do intelectual, do artista e do profissional é ajudar o povo a viver e conviver melhor, lutando contra a fome, o raquitismo político, a subnutrição cultural e a corrupção visceral, os desníveis de renda e os desniveis de mando. Confira sua poesia sobre o amor jornalístico.


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    A Santa Poesia da Mulher Amada

    Por Marcelo
    04/03/2010

    A mulher amada é uma fadinha boa. A mulher amada é uma pombinha. A mulher amada é o próprio céu bordado de anjinhos e anjinhas e purezinhas e belezinhas.A mulher amada não tem nada feio. A mulher amada não faz nada feio. E o peito da mulher amada é seio.


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    Macrolove

    Por Marcelo
    09/01/2010

    Confira “Macrolove”, poesia do amor computadorizado por Marcelo Mário Mello.”Não quero ser para você / apenas/ arquivo sem nome / subdiretório/ backup/ ou resto na lixeira (…)”.

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