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»O mundo é uma célula viva pulsante
Manifestações populares colocam em xeque governos e sociedades ao redor do mundo
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»Estará salvo o bilhete?
O romantismo de Henry Miller, Anais, Gibran, John Keats e Kafka em cartas de amor. “Nunca haverá escuridão porque em nós dois há movimento, renovação, surpresas. Nunca conheci a estagnação. Nem mesmo a introspecção tem sido uma experiência inerte”.
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»A morte do Vaqueiro
A Missa do Vaqueiro, fundada por Luiz Gonzaga há 41 anos, em homenagem ao primo assassinado, Raimundo Jacó, é um reino encantado. Povoado por histórias de onças e novilhas desgarradas.
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»O Jogador
Aleksei Ivanovitch, o jogador de Dostoievski, ou o seu alter-ego, é um jovem astuto, desapegado, despreocupado. Ter tudo ou nada, possuir o status aleatório de rico ou pobre, amado ou detestado, são questões ditadas pelo jogo, ou será melhor dizer, pela sorte?
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»O colosso de Sylvia Plath
A fama póstuma de Sylvia Plath suscitou a elegante e sombria captação autobiográfica do suicídio. Enigmática, a escritora e poetisa americana ganhou o mundo quando desistiu da vida. Eis a natureza de Sylvia Plath.
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»Um pouco de tudo!
O filosofo Gustavo Fontes assume a vanguarda e fala sobre a necessidade de encarar o mundo, o homem e a natureza sob uma nova perspectiva. “Vamos nos embriagar de modernidade líquida, de racionalidade contra-hegemônica. Salve Tom Zé, Abujamra (que me despertou do sono dogmático), Egberto, Hermeto, Naná; o grande Evaldo Coutinho e por que não Oswald de Andrade?”
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»O verbo solto dos marginais
A literatura marginal começou a ser produzida no começo dos anos 70 tendo como ânimo inicial a denúncia, o grito, a liberdade de subverter com modos e linguagens peculiares. Saiba mais sobre os escritores do desbunde.









