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Categoria: Metendo o Bedelho

Colunas | Metendo o Bedelho

Por estes dias, a badalada Copa do Mundo e a própria eliminação brasileira da competição precisaram dividir suas atenções com dois casos graves envolvendo violência contra a mulher. Um destes episódios vocês já devem estar carecas de saber: o goleiro e capitão do Flamengo, Bruno Fernandes, não apenas matou Eliza Samudio, 25 anos, mãe de seu filho, como a matou com requintes de crueldades beirando o inacreditável.

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Primeiro foi o Galvão Bueno, logo na estréia da copa. O comentarista da Globo, talvez o mais popular e certamente o mais odiado do país, foi alçado ao topo do Trending Topic BR (lista brasileira que reúne os assuntos mais comentados do dia no Twitter) graças ao CALA A BOCA GALVÃO, assim, tudo em maiúsculo, agora é a vez do tadeu Schmidt.

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O vírus do papiloma humano é um vírus que infecta os queratinócitos da pele ou mucosas, e possui mais de 200 variações diferentes. A maioria dos subtipos está associada a lesões benignas, tais como verrugas, mas certos tipos são frequentemente encontrados em determinadas neoplasias como o cancro do colo do útero, do qual se estima que sejam responsáveis por mais de 90% de todos os casos verificados.

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A escritora gaúcha Jana Lauxen faz uma reflexão sobre a Legalização da Maconha. “Eu acredito muito no poder dos pratos-limpos. Proibir, criar tabus, blefar, varrer para debaixo do tapete e assobiar para disfarçar nunca resolveu problemática nenhuma, muito pelo contrário: apenas acresceu àquelas que sempre existiram.”

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Hoje, como a tevê já deve ter avisado através de suas inúmeras e, muitas vezes, constrangedoras propagandas, é o dia internacional da mulher.

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Um ponto individual e intransferível, que varia conforme a sentença de cada cabeça.Não existe quem, neste mundo inteiro, seja capaz de determinar, com exatidão e perícia, o que, de fato, é o amor. Porque o amor é diferente para cada um.

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Um grupo de comerciantes de um bairro de São Paulo se reuniu, tocou fogo em alguns pneus no meio de um cruzamento, e iniciou assim um protesto, pedindo que a polícia, o governo, Deus ou qualquer outra autoridade disponível desse um jeito na cambada de fumadores de pedra – chamados por eles de nóia, de paranóia – que vivem por ali e estão espantando a clientela da região.