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Marcelo Mário Melo, assessor de imprensa da Fundaj, releva o seu deslumbre pela mulher na poesia “O que é o que é?”.

Marcelo Mário Mello, Assessor de Comunicação Social da Fundação Joaquim Nabuco, defende uma militância com poesia, prazer, amizade e humor. E uma esquerda com raízes, caules, folhas, flores e frutos. É e vê a poesia como uma espiral-arco-íris de portas abertas andantes, envolvendo os mergulhos introspectivos, a vida social e as viagens cósmicas. Entende que a função do militante político, do intelectual, do artista e do profissional é ajudar o povo a viver e conviver melhor, lutando contra a fome, o raquitismo político, a subnutrição cultural e a corrupção visceral, os desníveis de renda e os desniveis de mando. Confira sua poesia sobre o amor jornalístico.

A mulher amada é uma fadinha boa. A mulher amada é uma pombinha. A mulher amada é o próprio céu bordado de anjinhos e anjinhas e purezinhas e belezinhas.A mulher amada não tem nada feio. A mulher amada não faz nada feio. E o peito da mulher amada é seio.

Confira “Macrolove”, poesia do amor computadorizado por Marcelo Mário Mello.”Não quero ser para você / apenas/ arquivo sem nome / subdiretório/ backup/ ou resto na lixeira (…)”.

Marcelo Mário de Melo, Assessor de Comunicação da Fundaj, jornalista e poeta, inaugura sua coluna na Revista Zena com muito humor e textos mulherísticos. “É preciso não explorar as mulheres.Os homens podem dividir com elas/ a cama o trabalho o poder /os afazeres de cozinha e criança. Ninguém é dono nem chefe de ninguém”. Confira a poesia na íntegra.



