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Marcelo Mário Melo, assessor de imprensa da Fundaj, releva o seu deslumbre pela mulher na poesia “O que é o que é?”.

A escritora gaúcha Jana Lauxen faz uma reflexão sobre a Legalização da Maconha. “Eu acredito muito no poder dos pratos-limpos. Proibir, criar tabus, blefar, varrer para debaixo do tapete e assobiar para disfarçar nunca resolveu problemática nenhuma, muito pelo contrário: apenas acresceu àquelas que sempre existiram.”

Dostoiévski, Pink Floyd , Nietzsche, xadrez, Tarantino, orkut, “Ligações Perigosas”, como desestabilizar o adversário, excitante, Brad Pitt, marquês de sade, sessão tortura, alma gêmea, amor, sacanagem, jogos emocionais.

Quem era ele? Quem era ele, afinal, que me batia à porta, às escuras, às entranhas? Quem era aquele ser que sequer existia e me angustiava tanto? Quem? Quem poderia ser aquele grãozinho, miudinho, cotoquinho de arroz com quem eu já brincava e amava sem mesmo ter a certeza de tê-lo sentido

Marcelo Mário Mello, Assessor de Comunicação Social da Fundação Joaquim Nabuco, defende uma militância com poesia, prazer, amizade e humor. E uma esquerda com raízes, caules, folhas, flores e frutos. É e vê a poesia como uma espiral-arco-íris de portas abertas andantes, envolvendo os mergulhos introspectivos, a vida social e as viagens cósmicas. Entende que a função do militante político, do intelectual, do artista e do profissional é ajudar o povo a viver e conviver melhor, lutando contra a fome, o raquitismo político, a subnutrição cultural e a corrupção visceral, os desníveis de renda e os desniveis de mando. Confira sua poesia sobre o amor jornalístico.

Peguei-me pensando no sentido da vida. No desenrolar dos fatos, dos anos que se arrastam ou voam, nas buscas pessoais, profissionais, nos sonhos, nas lutas cotidianas. Nas pessoas que entram em nossas vidas sem pedir permissão, nas que sonhamos ter para sempre ou já nos despedimos para nunca mais. Nas pessoas que escolhemos a dedo, dizemos: É você! E depois nos enganamos, arrependemos, ou enfim encontramos nossa alma gêmea e estamos ligados até o sexosemfimamém.

Navegando em uma página de redes sociais, postei um comentário sobre a nadadora pernambucana
Joanna Maranhão, que, na ocasião, estava em Brasília acompanhando a CPI da Pedofilia. E o primeiro retorno após o meu comentário, de um colega de trabalho, radialista, afirmou publicamente que a presença dela na CPI era mais um ato de quem queria aparecer e voltar para a mídia.



