Categoria: Colunas
É fato. A maioria dos seres humanos valoriza aquilo que é difícil. Claro que existem exceções, mas nós, homens, não fugimos desta regra, principalmente quando o assunto envolve mulheres. O desafio, neste caso, dita o valor do prêmio. A lógica, então, é simples: a recompensa é diretamente proporcional ao nível de dificuldade do caminho a ser trilhado. A coisa vai muito além de mero machismo, preconceito ou desvalorização da mulher. É uma tendência da humanidade. Easy come, easy go.

As águas que se movem na vastidão dos sentimentos profundos e da compaixão. É o céu que silencia entre trovões pela oração que semeia a vida espiritual, fazendo do amor o centro volitivo e culminante, unindo num arco-íris o lago eterno do coração de Deus e a mente universal que a tudo penetra.

Hoje, como a tevê já deve ter avisado através de suas inúmeras e, muitas vezes, constrangedoras propagandas, é o dia internacional da mulher.

A mulher amada é uma fadinha boa. A mulher amada é uma pombinha. A mulher amada é o próprio céu bordado de anjinhos e anjinhas e purezinhas e belezinhas.A mulher amada não tem nada feio. A mulher amada não faz nada feio. E o peito da mulher amada é seio.

A escritora brasiliense Sintia Lira começou a escrever ainda na infância. Hoje, escreve contos, poesias e cartas literárias com um tom provocativo, aparentemente autobiográfico.

Foi nas colheitas de algodão que nasceu o blues, ou melhor, brotou. A forma que os escravos afro-americanos, principalmente os oriundos do sul do EUA, acharam para expiar o sofrimento foi o canto, e suas letras continham toda sorte de temas: ideais políticos, religião, lamentações, amor, angústias, trabalho, desejos. Um verdadeiro diário sonoro para embalar o lancinante trabalho. Apesar disso o ritmo é bastante envolvente e sexy. Conheça as mulheres que deixaram suas marcas na história do blues.

O hormônio da libido, nas mulheres e homens, é responsável pela intensidade do desejo sexual. Nos homens, é produzido cerca de 20 a 30 vezes mais que nas mulheres. Entre homens adultos, a ciência comprovou que uma alta produção de testosterona traduz menor propensão ao casamento, maior índice de divórcio, além do dobro de chance de envolvimento em relações extraconjugais.



