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»HPV
O vírus do papiloma humano é um vírus que infecta os queratinócitos da pele ou mucosas, e possui mais de 200 variações diferentes. A maioria dos subtipos está associada a lesões benignas, tais como verrugas, mas certos tipos são frequentemente encontrados em determinadas neoplasias como o cancro do colo do útero, do qual se estima que sejam responsáveis por mais de 90% de todos os casos verificados.
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»Organização sim, mas sem frescuras
No meu último texto, falei sobre a necessidade do homem ter alma feminina para colocar um mínimo de ordem no lar. Sinceramente, achei que escutaria muitas piadinhas sobre ter ou querer ter alma feminina. Que nada!O assunto não se restringiu à coluna e foi parar em mesas de bar e conversas informais com os amigos. Para minha surpresa, uma excelente constatação: recebi muito mais apoios do que apartes contrários.
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»Quando éramos analógicos
Como as ferramentas sociais mudam a nossa vida? “Nestes dias que correm, para ser uma pessoa popular nos mais diversos círculos sociais não basta apenas ser amigável e divertida, é necessário estar conectado”. O paulistano Rodrigo Freitas estreia coluna na Zena sobre as tecnologias da web.
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»Legalize.
A escritora gaúcha Jana Lauxen faz uma reflexão sobre a Legalização da Maconha. “Eu acredito muito no poder dos pratos-limpos. Proibir, criar tabus, blefar, varrer para debaixo do tapete e assobiar para disfarçar nunca resolveu problemática nenhuma, muito pelo contrário: apenas acresceu àquelas que sempre existiram.”
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»A fugacidade das impressões
Dostoiévski, Pink Floyd , Nietzsche, xadrez, Tarantino, orkut, “Ligações Perigosas”, como desestabilizar o adversário, excitante, Brad Pitt, marquês de sade, sessão tortura, alma gêmea, amor, sacanagem, jogos emocionais.
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»Calma, pequenininho
Quem era ele? Quem era ele, afinal, que me batia à porta, às escuras, às entranhas? Quem era aquele ser que sequer existia e me angustiava tanto? Quem? Quem poderia ser aquele grãozinho, miudinho, cotoquinho de arroz com quem eu já brincava e amava sem mesmo ter a certeza de tê-lo sentido
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»Press Blues
Marcelo Mário Mello, Assessor de Comunicação Social da Fundação Joaquim Nabuco, defende uma militância com poesia, prazer, amizade e humor. E uma esquerda com raízes, caules, folhas, flores e frutos. É e vê a poesia como uma espiral-arco-íris de portas abertas andantes, envolvendo os mergulhos introspectivos, a vida social e as viagens cósmicas. Entende que a função do militante político, do intelectual, do artista e do profissional é ajudar o povo a viver e conviver melhor, lutando contra a fome, o raquitismo político, a subnutrição cultural e a corrupção visceral, os desníveis de renda e os desniveis de mando. Confira sua poesia sobre o amor jornalístico.









