Categoria: Metendo o Bedelho
Hoje, como a tevê já deve ter avisado através de suas inúmeras e, muitas vezes, constrangedoras propagandas, é o dia internacional da mulher.

Um ponto individual e intransferível, que varia conforme a sentença de cada cabeça.Não existe quem, neste mundo inteiro, seja capaz de determinar, com exatidão e perícia, o que, de fato, é o amor. Porque o amor é diferente para cada um.

Um grupo de comerciantes de um bairro de São Paulo se reuniu, tocou fogo em alguns pneus no meio de um cruzamento, e iniciou assim um protesto, pedindo que a polícia, o governo, Deus ou qualquer outra autoridade disponível desse um jeito na cambada de fumadores de pedra – chamados por eles de nóia, de paranóia – que vivem por ali e estão espantando a clientela da região.

Que a liberdade feminina, conquistada a trancos, barrancos e muita calcinha queimada em praça pública veio a calhar, ninguém duvida. Que nós, mulheres deste Brasil, estamos a passos largos desbravando nosso espaço em uma sociedade grosseiramente machista, também. Sim, minhas amigas, chegamos chutando a porta e fazendo um gritedo: também queremos, oras bolas!



