<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Mastectomia, pós-operatório, autoimagem e autoestima em tempos de culto ao corpo</title>
	<atom:link href="http://revistazena.com.br/mastectomia-pos-operatorio-autoimagem-e-autoestima-em-tempos-de-culto-ao-corpo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://revistazena.com.br/mastectomia-pos-operatorio-autoimagem-e-autoestima-em-tempos-de-culto-ao-corpo/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sat, 24 Jul 2010 14:44:49 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
	<item>
		<title>Por: Adriano Holanda</title>
		<link>http://revistazena.com.br/mastectomia-pos-operatorio-autoimagem-e-autoestima-em-tempos-de-culto-ao-corpo/#comment-809</link>
		<dc:creator>Adriano Holanda</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 23:34:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://revistazena.com.br/?p=785#comment-809</guid>
		<description>Ao fazer uma busca na internet tive acesso ao texto e pude constatar a riqueza deste. Sou professor universitário e fico muito feliz em ver a juventude escrevendo para o povo, livre de amarras, com proximidade e ganho de causa. Parabéns e ótima escrita para os futuros textos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ao fazer uma busca na internet tive acesso ao texto e pude constatar a riqueza deste. Sou professor universitário e fico muito feliz em ver a juventude escrevendo para o povo, livre de amarras, com proximidade e ganho de causa. Parabéns e ótima escrita para os futuros textos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cláudia Daniele B. Leite</title>
		<link>http://revistazena.com.br/mastectomia-pos-operatorio-autoimagem-e-autoestima-em-tempos-de-culto-ao-corpo/#comment-807</link>
		<dc:creator>Cláudia Daniele B. Leite</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 15:37:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://revistazena.com.br/?p=785#comment-807</guid>
		<description>Caros,
a coluna ,assim como as demais, expressa minha opinião sobre diversos temas o que em certos momentos pode ter sido originária (extratos) de alguns textos científicos de minha autoria, logicamente com uma &quot;linguagem modificada&quot;.

 Assim como postado acima trago eu agora um texto para ilustração: 

 &quot;Humberto Eco e Paul Ricoeur, para ficar em dois exemplos que me ocorrem neste instante, deram contribuições relevantes sobre a matéria. O segundo, por exemplo, chama a atenção para o fato de que todo e qualquer texto, sendo uma produção de linguagem, é algo dotado de sentido. Mas, uma vez escrito, deixa de ser propriedade do autor. Para o pensador francês, é o leitor que dá voz ao texto, quem lhe atribui sentido àquilo que quer dizer, quem o atualiza em cada ato de leitura. E, aí, reside aquilo que mais nos interessa: As intenções do autor, as idéias que o levaram a produzir o texto etc., ficaram para trás quando o leitor procura dar sentido às suas palavras. O texto adquiriu autonomia e são muitos os fatores que passam a pesar no momento da sua interpretação&quot;.

&quot;O que quis o leior encontrar no texto? Quais os valores que, internalizados por ele ao longo dos tempos, orientaram a sua leitura? Que diálogo foi capaz de estabelecer com o texto, na sua estrutura, independentemente do autor? Nesse aspecto, é fundamental que se leve em conta que, diferentemente do que se dá na comunicação oral, na experiência da leitura não é possível a reconstrução do discurso, a substituição de palavras ou expressões, o esclarecimento imediato das dúvidas suscitadas. O texto, como diz Ricoeur, não pode falar se não aquilo que fixou através das palavras, ainda que esteja aberto para diferentes interpretações - o que é outro aspecto importante da questão&quot;. (A. Teixeira)

 Mais, faço das palavras de A. Teixeira também as minhas : &quot;Lamento, pelas razões evidenciadas, não poder me responsabilizar pelo que um ou outro leitor venha a concluir daquilo que escrevo. É sina de quem escreve. No caso, de um mau escritor&quot;.

 Grande Abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caros,<br />
a coluna ,assim como as demais, expressa minha opinião sobre diversos temas o que em certos momentos pode ter sido originária (extratos) de alguns textos científicos de minha autoria, logicamente com uma &#8220;linguagem modificada&#8221;.</p>
<p> Assim como postado acima trago eu agora um texto para ilustração: </p>
<p> &#8220;Humberto Eco e Paul Ricoeur, para ficar em dois exemplos que me ocorrem neste instante, deram contribuições relevantes sobre a matéria. O segundo, por exemplo, chama a atenção para o fato de que todo e qualquer texto, sendo uma produção de linguagem, é algo dotado de sentido. Mas, uma vez escrito, deixa de ser propriedade do autor. Para o pensador francês, é o leitor que dá voz ao texto, quem lhe atribui sentido àquilo que quer dizer, quem o atualiza em cada ato de leitura. E, aí, reside aquilo que mais nos interessa: As intenções do autor, as idéias que o levaram a produzir o texto etc., ficaram para trás quando o leitor procura dar sentido às suas palavras. O texto adquiriu autonomia e são muitos os fatores que passam a pesar no momento da sua interpretação&#8221;.</p>
<p>&#8220;O que quis o leior encontrar no texto? Quais os valores que, internalizados por ele ao longo dos tempos, orientaram a sua leitura? Que diálogo foi capaz de estabelecer com o texto, na sua estrutura, independentemente do autor? Nesse aspecto, é fundamental que se leve em conta que, diferentemente do que se dá na comunicação oral, na experiência da leitura não é possível a reconstrução do discurso, a substituição de palavras ou expressões, o esclarecimento imediato das dúvidas suscitadas. O texto, como diz Ricoeur, não pode falar se não aquilo que fixou através das palavras, ainda que esteja aberto para diferentes interpretações &#8211; o que é outro aspecto importante da questão&#8221;. (A. Teixeira)</p>
<p> Mais, faço das palavras de A. Teixeira também as minhas : &#8220;Lamento, pelas razões evidenciadas, não poder me responsabilizar pelo que um ou outro leitor venha a concluir daquilo que escrevo. É sina de quem escreve. No caso, de um mau escritor&#8221;.</p>
<p> Grande Abraço!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lucas Pereira</title>
		<link>http://revistazena.com.br/mastectomia-pos-operatorio-autoimagem-e-autoestima-em-tempos-de-culto-ao-corpo/#comment-805</link>
		<dc:creator>Lucas Pereira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 01:37:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://revistazena.com.br/?p=785#comment-805</guid>
		<description>Oi, Dani!

Parabéns pelo texto &quot;fruto de um trabalho científico anterior&quot;.

Informações úteis acerca de assuntos relevantes serão sempre bem-vindas.

Até que me bateu aquela vontade de escrever algo sobre o comentário do Rodrigo Souto Maior, mas o Marcos Noronha, em nobre atitude,  foi tão impecável (e implacável!) no seu comentário, que me obrigou a apenas assinar embaixo...

Parabéns. Parabéns. Parabéns.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Dani!</p>
<p>Parabéns pelo texto &#8220;fruto de um trabalho científico anterior&#8221;.</p>
<p>Informações úteis acerca de assuntos relevantes serão sempre bem-vindas.</p>
<p>Até que me bateu aquela vontade de escrever algo sobre o comentário do Rodrigo Souto Maior, mas o Marcos Noronha, em nobre atitude,  foi tão impecável (e implacável!) no seu comentário, que me obrigou a apenas assinar embaixo&#8230;</p>
<p>Parabéns. Parabéns. Parabéns.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Martinha Nóbrega</title>
		<link>http://revistazena.com.br/mastectomia-pos-operatorio-autoimagem-e-autoestima-em-tempos-de-culto-ao-corpo/#comment-802</link>
		<dc:creator>Martinha Nóbrega</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 14:44:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://revistazena.com.br/?p=785#comment-802</guid>
		<description>Oi Dani,
 
Muito bom, parabéns!!!
 
Já tivemos uma experiência desse tipo na nossa família, minha tia teve já vai completar 10 anos e graças a Deus está curada até hj. Fez a reconstrução e leva uma vida normal e feliz, participa de um trabalho voluntário lindo lá no Sequipe junto com outras colegas, dando força e coragem para as que passam pelo problema atualmente.
 
Beijão</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Dani,</p>
<p>Muito bom, parabéns!!!</p>
<p>Já tivemos uma experiência desse tipo na nossa família, minha tia teve já vai completar 10 anos e graças a Deus está curada até hj. Fez a reconstrução e leva uma vida normal e feliz, participa de um trabalho voluntário lindo lá no Sequipe junto com outras colegas, dando força e coragem para as que passam pelo problema atualmente.</p>
<p>Beijão</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcos Noronha</title>
		<link>http://revistazena.com.br/mastectomia-pos-operatorio-autoimagem-e-autoestima-em-tempos-de-culto-ao-corpo/#comment-801</link>
		<dc:creator>Marcos Noronha</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 14:35:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://revistazena.com.br/?p=785#comment-801</guid>
		<description>Discussões epistemológicas à parte,  acredito que científico ou não (como disse a colega acima) o texto merece leitura e debate em sala de aula por seu caráter dialógico e construtivo, assim vejo pela emergência do tema e também considerando-se meu pouco saber (sim, este sempre em construção) e inserção como professor na Academia (onde vejo que a rigidez de textos ditos acadêmicos e construtivos pouco dizem ou dizem pouco). Também sinto que as pessoas pouco sabem discernir entre cientificidade e senso comum mas talvez debrucem-se mais sobre o texto quando o autor se aproxima do leitor, fala a sua língua. Vangloriemos a CAPES, o LATTES mas para mim textos como estes não são perfumaria. Bem, a autora sequer coloca-o como científico ou tece comentários sobre algum autor , esse comentário é dos leitores. Penso eu até que a mesma tem pesquisas na área e possa ter feito este recorte, muito bom recorte por sinal! Afinal esta sessão é nomeada como Coluna onde opiniões pessoais podem ser expressas, e assim as pessoas podem ou não concordar.

 Para refletirmos: 
 &quot;Enquanto processo de revelação do real, o conhecimento é momento dinâmico, onde a dimensão ideológica aparece através das diferentes alternativas de concepção e de explicação do mundo. Neste sentido, o conhecimento-processo é o momento
contraditório, por excelência, desde que é o momento em que as várias opções, os compromissos e os interesses se manifestam nos modos de conceber o conhecimento
e de abordar o real&quot;. (Leite, 1991).

Ainda: &quot;A preocupação em controlar as possibilidades do agir humano, através de uma racionalidade técnico-científica é um complicador da constituição do estatuto de cientificidade desta esfera do saber e do trabalho de pesquisa sobre o homem. O que se tem feito nas investigações sobre o homem está, direta ou indiretamente, mediata ou imediatamente, voltado para o aprimoramento de estratégias de ação que buscam
&quot;intervir, transformar e controlar os horizontes do agir humano e de seus componentes sociais&quot; (Japiassu, 1982).
Em outras palavras, as ciências humanas e sociais têm se voltado, muito mais, para mudar o real humano e social do que para se apropriar teoricamente deste real. Elas se
converteram em &quot;práticas-técnicas e/ou ideológicas de manifestação da realidade humana individual e social&quot; (Japiassu, 1982). 

&quot;Reconhecemos que o conhecimento científico tem sempre um compromisso social, mas entendemos que é necessário
discutir como se dá esse compromisso, pois o compromisso da ciência não se limita a apenas pensar e propor alternativas concretas de ação. Estas são elaboradas também no processo de interação social, nas relações políticas que marcam a existência cotidiana e complexa do sujeito da história&quot; (Leite, 1991).

 Meu reconhecimento e parabéns a autora!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Discussões epistemológicas à parte,  acredito que científico ou não (como disse a colega acima) o texto merece leitura e debate em sala de aula por seu caráter dialógico e construtivo, assim vejo pela emergência do tema e também considerando-se meu pouco saber (sim, este sempre em construção) e inserção como professor na Academia (onde vejo que a rigidez de textos ditos acadêmicos e construtivos pouco dizem ou dizem pouco). Também sinto que as pessoas pouco sabem discernir entre cientificidade e senso comum mas talvez debrucem-se mais sobre o texto quando o autor se aproxima do leitor, fala a sua língua. Vangloriemos a CAPES, o LATTES mas para mim textos como estes não são perfumaria. Bem, a autora sequer coloca-o como científico ou tece comentários sobre algum autor , esse comentário é dos leitores. Penso eu até que a mesma tem pesquisas na área e possa ter feito este recorte, muito bom recorte por sinal! Afinal esta sessão é nomeada como Coluna onde opiniões pessoais podem ser expressas, e assim as pessoas podem ou não concordar.</p>
<p> Para refletirmos:<br />
 &#8220;Enquanto processo de revelação do real, o conhecimento é momento dinâmico, onde a dimensão ideológica aparece através das diferentes alternativas de concepção e de explicação do mundo. Neste sentido, o conhecimento-processo é o momento<br />
contraditório, por excelência, desde que é o momento em que as várias opções, os compromissos e os interesses se manifestam nos modos de conceber o conhecimento<br />
e de abordar o real&#8221;. (Leite, 1991).</p>
<p>Ainda: &#8220;A preocupação em controlar as possibilidades do agir humano, através de uma racionalidade técnico-científica é um complicador da constituição do estatuto de cientificidade desta esfera do saber e do trabalho de pesquisa sobre o homem. O que se tem feito nas investigações sobre o homem está, direta ou indiretamente, mediata ou imediatamente, voltado para o aprimoramento de estratégias de ação que buscam<br />
&#8220;intervir, transformar e controlar os horizontes do agir humano e de seus componentes sociais&#8221; (Japiassu, 1982).<br />
Em outras palavras, as ciências humanas e sociais têm se voltado, muito mais, para mudar o real humano e social do que para se apropriar teoricamente deste real. Elas se<br />
converteram em &#8220;práticas-técnicas e/ou ideológicas de manifestação da realidade humana individual e social&#8221; (Japiassu, 1982). </p>
<p>&#8220;Reconhecemos que o conhecimento científico tem sempre um compromisso social, mas entendemos que é necessário<br />
discutir como se dá esse compromisso, pois o compromisso da ciência não se limita a apenas pensar e propor alternativas concretas de ação. Estas são elaboradas também no processo de interação social, nas relações políticas que marcam a existência cotidiana e complexa do sujeito da história&#8221; (Leite, 1991).</p>
<p> Meu reconhecimento e parabéns a autora!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rodrigo Souto Maior</title>
		<link>http://revistazena.com.br/mastectomia-pos-operatorio-autoimagem-e-autoestima-em-tempos-de-culto-ao-corpo/#comment-800</link>
		<dc:creator>Rodrigo Souto Maior</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 13:26:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://revistazena.com.br/?p=785#comment-800</guid>
		<description>Realmente para qualquer pessoa...
Acreditava tratar-se de texto científico, mas...
As pessoas precisam aprender a dissernir produção científica das demais formas de publicação. Recebi este texto por e-mail de um aluno como sugestão para a disciplina.
Sugiro a autora que o refine, agregue referencial específico e publique em periódico avaliado pela CAPES, o resto é perfumaria...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente para qualquer pessoa&#8230;<br />
Acreditava tratar-se de texto científico, mas&#8230;<br />
As pessoas precisam aprender a dissernir produção científica das demais formas de publicação. Recebi este texto por e-mail de um aluno como sugestão para a disciplina.<br />
Sugiro a autora que o refine, agregue referencial específico e publique em periódico avaliado pela CAPES, o resto é perfumaria&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Erika Correia</title>
		<link>http://revistazena.com.br/mastectomia-pos-operatorio-autoimagem-e-autoestima-em-tempos-de-culto-ao-corpo/#comment-798</link>
		<dc:creator>Erika Correia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 12:18:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://revistazena.com.br/?p=785#comment-798</guid>
		<description>Parabéns pelo texto que aponta para um assunto bastante debatido mas que aqui foi pormenorizado de uma forma esclarecedora e ao mesmo tempo científica, isto é, para toda e qualquer pessoa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pelo texto que aponta para um assunto bastante debatido mas que aqui foi pormenorizado de uma forma esclarecedora e ao mesmo tempo científica, isto é, para toda e qualquer pessoa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Manoela Siqueira</title>
		<link>http://revistazena.com.br/mastectomia-pos-operatorio-autoimagem-e-autoestima-em-tempos-de-culto-ao-corpo/#comment-506</link>
		<dc:creator>Manoela Siqueira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 10:41:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://revistazena.com.br/?p=785#comment-506</guid>
		<description>Matéria muito bem escrita e esclarecedora.Parabénsà psicóloga Cláudia Daniele!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Matéria muito bem escrita e esclarecedora.Parabénsà psicóloga Cláudia Daniele!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
