EcoEnergia
[Coluna de Camila Ribas | 17 abr 2010 | 3 Comentários | 186]

Quem era ele? Quem era ele, afinal, que me batia à porta, às escuras, às entranhas? Quem era aquele ser que sequer existia e me angustiava tanto? Quem? Quem poderia ser aquele grãozinho, miudinho, cotoquinho de arroz com quem eu já brincava e amava sem mesmo ter a certeza de tê-lo sentido


[Coluna de Marcelo Mário Mello | 8 abr 2010 | Comente também | 203]

Marcelo Mário Mello, Assessor de Comunicação Social da Fundação Joaquim Nabuco, defende uma militância com poesia, prazer, amizade e humor. E uma esquerda com raízes, caules, folhas, flores e frutos. É e vê a poesia como uma espiral-arco-íris de portas abertas andantes, envolvendo os mergulhos introspectivos, a vida social e as viagens cósmicas. Entende que a função do militante político, do intelectual, do artista e do profissional é ajudar o povo a viver e conviver melhor, lutando contra a fome, o raquitismo político, a subnutrição cultural e a corrupção visceral, os desníveis de renda e os desniveis de mando. Confira sua poesia sobre o amor jornalístico.


[Coluna de Belisa Parente | 25 mar 2010 | 8 Comentários | 408]

Peguei-me pensando no sentido da vida. No desenrolar dos fatos, dos anos que se arrastam ou voam, nas buscas pessoais, profissionais, nos sonhos, nas lutas cotidianas. Nas pessoas que entram em nossas vidas sem pedir permissão, nas que sonhamos ter para sempre ou já nos despedimos para nunca mais. Nas pessoas que escolhemos a dedo, dizemos: É você! E depois nos enganamos, arrependemos, ou enfim encontramos nossa alma gêmea e estamos ligados até o sexosemfimamém.


[Coluna de Manuella Bezerra | 23 mar 2010 | 1 Comentário | 431]

Navegando em uma página de redes sociais, postei um comentário sobre a nadadora pernambucana Joanna Maranhão, que, na ocasião, estava em Brasília acompanhando a CPI da Pedofilia. E o primeiro retorno após o meu comentário, de um colega de trabalho, radialista, afirmou publicamente que a presença dela na CPI era mais um ato de quem queria aparecer e voltar para a mídia.


[Coluna de Flávio Henrique Leal Lima | 13 mar 2010 | 5 Comentários | 349]

É fato. A maioria dos seres humanos valoriza aquilo que é difícil. Claro que existem exceções, mas nós, homens, não fugimos desta regra, principalmente quando o assunto envolve mulheres. O desafio, neste caso, dita o valor do prêmio. A lógica, então, é simples: a recompensa é diretamente proporcional ao nível de dificuldade do caminho a ser trilhado. A coisa vai muito além de mero machismo, preconceito ou desvalorização da mulher. É uma tendência da humanidade. Easy come, easy go.


[Coluna de Carlos Costa | 12 mar 2010 | Comente também | 159]

As águas que se movem na vastidão dos sentimentos profundos e da compaixão. É o céu que silencia entre trovões pela oração que semeia a vida espiritual, fazendo do amor o centro volitivo e culminante, unindo num arco-íris o lago eterno do coração de Deus e a mente universal que a tudo penetra.


[Coluna de Jana Lauxen | 12 mar 2010 | 3 Comentários | 326]

Hoje, como a tevê já deve ter avisado através de suas inúmeras e, muitas vezes, constrangedoras propagandas, é o dia internacional da mulher.


[Coluna de Marcelo Mário Mello | 4 mar 2010 | 1 Comentário | 342]

A mulher amada é uma fadinha boa. A mulher amada é uma pombinha. A mulher amada é o próprio céu bordado de anjinhos e anjinhas e purezinhas e belezinhas.A mulher amada não tem nada feio. A mulher amada não faz nada feio. E o peito da mulher amada é seio.


[Coluna de Sintia Lira | 24 fev 2010 | 1 Comentário | 308]

A escritora brasiliense Sintia Lira começou a escrever ainda na infância. Hoje, escreve contos, poesias e cartas literárias com um tom provocativo, aparentemente autobiográfico.


[Coluna de Dani Oliveira | 20 fev 2010 | 4 Comentários | 373]

Foi nas colheitas de algodão que nasceu o blues, ou melhor, brotou. A forma que os escravos afro-americanos, principalmente os oriundos do sul do EUA, acharam para expiar o sofrimento foi o canto, e suas letras continham toda sorte de temas: ideais políticos, religião, lamentações, amor, angústias, trabalho, desejos. Um verdadeiro diário sonoro para embalar o lancinante trabalho. Apesar disso o ritmo é bastante envolvente e sexy. Conheça as mulheres que deixaram suas marcas na história do blues.