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[Coluna de Cláudia Daniele Barros Leite | 7 ago 2009 | 8 Comentários | 886]

A mastectomia é um dos tratamentos a que a maioria das mulheres com diagnóstico de câncer de mama é submetida, sabe-se que seus resultados poderão comprometê-las física, emocional e socialmente. A mutilação favorece o surgimento de muitas questões na vida das mulheres, especialmente aquelas relacionadas à imagem corporal e autoestima. Como a mulher percebe e lida com essa nova imagem? Isso afeta a sua existência, inquietando os profissionais de saúde que se propõem prestar uma assistência integral.


[Coluna de Belisa Parente | 23 jun 2009 | Comente também | 297]

Quando éramos mais novas e conversávamos abertamente sobre tudo, ela transparecia que seria a última a viver longamente um amor, a provar da comunhão de corpos e tudo mais que uma relação amorosa proporciona. A maternidade passava longe dos seus anseios juvenis. Ana Maria parecia Marketa de Kundera antes de conhecer Karel – o caçador irresistível. Liberta, solta ao vento, não deixava homem algum a oprimir. Carregava no peito a coragem de enfrentar uma interminável solidão e encarava as paixões com uma leveza invejável.


[Coluna de Rafaella Soares | 23 jun 2009 | 1 Comentário | 324]

Você já viu essa cena. Elas se pavoneiam em vermelho e negro, ou vermelho e branco, ou ainda vermelho, negro e branco. Se o clichê máximo do futebol é ser restrito aos homens, a mulher toda paramentada que acompanha o sujeito torcedor também é uma figura clássica. Elas estão por aí, num barzinho próximo aos Aflitos, ou num espetinho de esquina, ora toda animadinha com os lances, ora soltando muxoxos. Todas empertigadas com suas camisas do time adaptadas tal qual abadá, toques de celulares, fivelinhas de cabelo, ainda que não saibam nem o nome de um jogador.


[Coluna de Dani Oliveira | 23 jun 2009 | 1 Comentário | 401]

Quando o rock´n´roll nasceu parecia ser algo relegado apenas ao universo masculino e que as mulheres só fariam parte de maneira inócua, fanática e coadjuvante como admiradoras ou meras ouvintes simpatizantes do estilo. Sem falar nas groupies oficiais de algumas bandas que tornavam o simples fato de escoltá-las, e de se relacionar com os músicos, o máximo de prazer já experimentado.


[Coluna de Gabriel Kafure | 23 jun 2009 | 1 Comentário | 436]

Dulcinéia Monteiro, autora de “Mulher: Feminino Plural”,diz que “são os diálogos entre Shiva – o princípio masculino – e Shakti – o princípio feminino – que descrevem a origem do mundo e suas transformações como um prazer criativo”. Como a filosofia, então, vai resgatar essa origem? Esse é um desafio imenso, resgatar o pensamento feminino desde sua mitologia até a sua atual língua.